Falando à Angop a propósito dos preparativos do evento, o empresário disse que estas previsões estão a um nível superior ao do ano passado, que foi de cerca de dois milhões, em função das empresas inscritas e dos produtos a apresentar por estas.
António de Lemos realçou que o que se pretende é que a Expo/Huíla seja, de facto, melhor em relação as edições passadas, pois 117 das 130 empresas inscritas são locais, o que demonstra a vontade dos empreendedores em divulgar o que de bom de faz na
região.
Justificou que a fraca ausência, nesta edição, de empresas estrangeiras, principalmente da Europa, se deve a crise financeira que muitos países vivem, por isso o privilégio recaiu para empresários locais.
"Só o facto de expormos o que se produz na Huíla, que não é pouco, já é muito bom, pois todos os anos recebemos o retorno deste evento na vida dos empresários, que encontram parcerias para o segmento que exploram", ressaltou o dirigente associativo.
Até ao dia 21 de Agosto a Expo/ Huíla vai criar mil e quinhentos empregos eventuais, que vão prestar serviço em 178 pavilhões.
O certame, organizado pela Associação Agro-Pecuária Comercial e Industrial da Huíla, vai juntar empresas provenientes de Luanda, Benguela, Namibe e Huíla, bem como do Brasil, Alemanha, Itália, Portugal, Namíbia, África do Sul, Nigéria e Ghana.