sábado, 27 de agosto de 2011

Destacados em palestra valores éticos do Presidente da República

Jornal de Angola -Luanda – Os valores éticos que desde a infância guiaram a conduta do Presidente da República, José Eduardo dos Santos, são os de humanismo e universalismo cultural, afirmou esta sexta – feira o vice-ministro dos antigos combatentes e veteranos da pátria, Clemente Cunjuca.
 
Este pronunciamento foi feito ao proferir uma palestra subordinado ao tema “A vida , obra e pensamento do Presidente da República, José Eduardo dos Santos” que teve lugar na Casa da Juventude no município de Viana em Luanda.
 
De acordo com o prelector, o Chefe de Estado angolano possui virtudes humanas naturais, como a bondade, a compaixão, o espírito do bom entendimento e a capacidade de perdoar que fazem dele um líder de referencia incontestável.
 
Ao referir-se à educação de José Eduardo dos Santos, o prelector começou por dizer que o contexto familiar em que vivia naquela altura, o actual Presidente da República de Angola era marcado pela primazia da educação religiosa e pelos efeitos de fenómenos da assimilação, ambiente da sociedade colonial da época.
 
“José Eduardo dos Santos compreendeu desde logo mercê da educação familiar que o seu destino não podia ser individual, tinha de ser colectivo, isto é colocando-se ao serviço do povo, referiu.
 
Recordou que os anos 50 e 60 foram caracterizados como o período do inicio do desmantelamento do sistema colonial e da independência dos países como a Índia, Indonésia ,Vietname e outros países.
 
 
Entre vários acontecimentos, deu a conhecer o prelector, a independência de Guiné Conakry, foi um marco histórico das independências de África, por outro porque era um pais fronteiriço de uma colónia portuguesa, facilitou e influenciou significativamente a consciencialização política dos angolanos.
 
O conjunto dessas realizações, continuou Clemente Conjuca, catalizou todo o movimento em curso no continente e em Angola em particular na luta para vencer o colonialismo.
 
Foi neste período que despontaram importantes figuras do nacionalismo angolano como, António Agostinho Neto, Viriato Francisco Clemente da Cruz, António Jacinto do Amaral Martins, Elidio Tonet Alves Machado, Lúcio Lara , Mário Pinto de Andrade, Cónego Manuel das Neves, Hélder Holden Roberto, Virgílio de Fontes Pereira e tantos outros dos quais alguns ainda estão em vida.
 
Estes, considerou, decididamente organizaram-se em grupos políticos tais como o Movimento para a Independência de Angola, Movimento para a Independência Nacional de Angola, Movimento de Libertação de Angola, o Partido da Luta Unida dos Africanos de Angola, Exército de libertação de Angola, Movimento de Angola, Grupo de enfermeiros, iniciando assim um conjunto de actividades para a derrota do colonialismo.
 
“O Presidente José Eduardo dos Santos que na altura tinha 19 anos de idade em companhia de mais sete jovens, partem num navio chamado “Zaire” para Brazaville e começa assim a vida política e abraça a causa da luta de libertação nacional”, referiu o prelector.
 

Nenhum comentário:

Postar um comentário