Liga Angolana dá cursos de assistentes e activistas
A Liga Angolana de Amizade e Solidariedade com os Povos (LAASP) está a criar condições de infra-estruturas e pedagógicas para a abertura, no próximo mês de Setembro, de cursos de assistentes e activistas sociais.
O Jornal de Angola apurou que a organização tem disponíveis três salas totalmente equipadas, das quais duas com capacidade para 12 estudantes e a outra para 16.
O vice-presidente da LAASP, Elias Disengomoka, adiantou que, numa primeira fase, os cursos têm a duração de três meses. Entre os requisitos de frequência apontou que os candidatos devem ter entre a 8ª e a 12ª classe.
Elias Disengomoka disse que a organização conta com o apoio dos Ministérios da Assistência e Reinserção Social e da Educação para a elaboração dos programas curriculares.
“A nossa formação está virada para a preparação de pessoas que pretendam trabalhar em creches, orfanatos, lar de idosos e hospitais psiquiátricos”. Elias Disengomoka lembrou que a abertura dos cursos decorre de um contrato-programa cuja duração é de um ano, que foi recentemente assinado entre a LAASP e o Ministério da Assistência e Reinserção Social.
O programa contempla um conjunto de actividades de carácter social e educativo como contributo às acções realizadas pelo Executivo.
“Enquanto sociedade civil é uma oportunidade que nos é dada de jogar um papel nesta nova fase do país. Dentro deste espírito, a curto prazo, pretendemos abrir também os cursos de formação profissional nas áreas de carpintaria e mecânica”.
Elias Disengomoka realçou que LAASP pretende reactivar a sua actividade, que ficou paralisada durante vários anos e afirmar-se como verdadeiro elemento da sociedade civil.
Entre os objectivos da LAASP, referiu, consta a “criação de um calendário cultural anual e a consolidação de um vasto movimento de solidariedade face aos diferentes desafios que a sociedade angolana e o mundo actual apresentam”.
A LAASP é a herdeira do património material e imaterial da antiga Liga Africana.
O Jornal de Angola apurou que a organização tem disponíveis três salas totalmente equipadas, das quais duas com capacidade para 12 estudantes e a outra para 16.
O vice-presidente da LAASP, Elias Disengomoka, adiantou que, numa primeira fase, os cursos têm a duração de três meses. Entre os requisitos de frequência apontou que os candidatos devem ter entre a 8ª e a 12ª classe.
Elias Disengomoka disse que a organização conta com o apoio dos Ministérios da Assistência e Reinserção Social e da Educação para a elaboração dos programas curriculares.
“A nossa formação está virada para a preparação de pessoas que pretendam trabalhar em creches, orfanatos, lar de idosos e hospitais psiquiátricos”. Elias Disengomoka lembrou que a abertura dos cursos decorre de um contrato-programa cuja duração é de um ano, que foi recentemente assinado entre a LAASP e o Ministério da Assistência e Reinserção Social.
O programa contempla um conjunto de actividades de carácter social e educativo como contributo às acções realizadas pelo Executivo.
“Enquanto sociedade civil é uma oportunidade que nos é dada de jogar um papel nesta nova fase do país. Dentro deste espírito, a curto prazo, pretendemos abrir também os cursos de formação profissional nas áreas de carpintaria e mecânica”.
Elias Disengomoka realçou que LAASP pretende reactivar a sua actividade, que ficou paralisada durante vários anos e afirmar-se como verdadeiro elemento da sociedade civil.
Entre os objectivos da LAASP, referiu, consta a “criação de um calendário cultural anual e a consolidação de um vasto movimento de solidariedade face aos diferentes desafios que a sociedade angolana e o mundo actual apresentam”.
A LAASP é a herdeira do património material e imaterial da antiga Liga Africana.
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