Défice de Cabo Verde registou leve aumento
O défice da balança comercial de Cabo Verde aumentou 23 por cento no segundo trimestre de 2011, quando comparado com o registado no primeiro trimestre deste ano, apurou a PANA na segunda-feira, na Cidade da Praia, de fonte oficial.
De acordo com o Banco de Cabo Verde (BCV), o défice da balança corrente passou de quatro 4,38 mil milhões de escudos cabo-verdianos (cerca de 37,9 milhões de euros), no primeiro trimestre, para 7,66 mil milhões de escudos (69,5 milhões de euros) no segundo.
O BCV considera que o aumento registado nas necessidades de financiamento da economia se traduziu também na redução expressiva das transferências de capital em 1,252 mil milhões de escudos cabo-verdianos (cerca de 11,3 milhões de euros).
No seu relatório trimestral, o BCV revela ainda que, no segundo trimestre, o financiamento da economia cabo-verdiana foi realizado principalmente através do endividamento público (58 por cento), face ao fraco desempenho do Investimento Directo Estrangeiro (IDE). O défice comercial de mercadorias aumentou 17,6 por cento em termos homólogos, devido sobretudo à evolução das importações e as transferências correntes caíram 8,8 por cento, com a queda dos donativos ao governo, indica o documento.Por outro lado, prossegue, as balanças de serviços e de rendimentos evoluíram favoravelmente, enquanto as exportações líquidas de serviços aumentaram cerca de 10 por cento e o défice da balança de rendimentos reduziu em 17,7 por cento. Também as exportações de mercadorias cresceram 35,6 por cento em termos homólogos, contribuindo em cerca de 21 por cento para o aumento das exportações de bens, enquanto as de pescado representaram cerca de 84 por cento do total, destinando-se exclusivamente aos mercados da Zona Euro.
Os fornecimentos de combustíveis e víveres a navios e aviões internacionais contribuíram, igualmente, em 77,5 por cento para o aumento das exportações totais de bens. O relatório trimestral do banco central cabo-verdiano dá conta ainda de que o dinamismo do sector turístico tem favorecido, nomeadamente pela via do aumento do tráfego de companhias aéreas estrangeiras, a evolução mais recente desta rubrica da balança de bens.O Banco Central de Cabo Verde também revela que as importações de mercadorias aumentaram cerca de 18 por cento, desacelerando, contudo, ligeiramente, em relação ao primeiro trimestre do ano em curso.
De acordo com o Banco de Cabo Verde (BCV), o défice da balança corrente passou de quatro 4,38 mil milhões de escudos cabo-verdianos (cerca de 37,9 milhões de euros), no primeiro trimestre, para 7,66 mil milhões de escudos (69,5 milhões de euros) no segundo.
O BCV considera que o aumento registado nas necessidades de financiamento da economia se traduziu também na redução expressiva das transferências de capital em 1,252 mil milhões de escudos cabo-verdianos (cerca de 11,3 milhões de euros).
No seu relatório trimestral, o BCV revela ainda que, no segundo trimestre, o financiamento da economia cabo-verdiana foi realizado principalmente através do endividamento público (58 por cento), face ao fraco desempenho do Investimento Directo Estrangeiro (IDE). O défice comercial de mercadorias aumentou 17,6 por cento em termos homólogos, devido sobretudo à evolução das importações e as transferências correntes caíram 8,8 por cento, com a queda dos donativos ao governo, indica o documento.Por outro lado, prossegue, as balanças de serviços e de rendimentos evoluíram favoravelmente, enquanto as exportações líquidas de serviços aumentaram cerca de 10 por cento e o défice da balança de rendimentos reduziu em 17,7 por cento. Também as exportações de mercadorias cresceram 35,6 por cento em termos homólogos, contribuindo em cerca de 21 por cento para o aumento das exportações de bens, enquanto as de pescado representaram cerca de 84 por cento do total, destinando-se exclusivamente aos mercados da Zona Euro.
Os fornecimentos de combustíveis e víveres a navios e aviões internacionais contribuíram, igualmente, em 77,5 por cento para o aumento das exportações totais de bens. O relatório trimestral do banco central cabo-verdiano dá conta ainda de que o dinamismo do sector turístico tem favorecido, nomeadamente pela via do aumento do tráfego de companhias aéreas estrangeiras, a evolução mais recente desta rubrica da balança de bens.O Banco Central de Cabo Verde também revela que as importações de mercadorias aumentaram cerca de 18 por cento, desacelerando, contudo, ligeiramente, em relação ao primeiro trimestre do ano em curso.