terça-feira, 9 de agosto de 2011

Educação jurídica é fraca entre cidadãos angolanos

09-08-2011




É pouco notária a preocupação dos populares em Luanda, de conhecerem as leis que regem os variados segmentos da sociedade em que vivem, defendeu o Jurista Dilson Barros, a Reportagem da Rádio Luanda, Terça – feira, 09/09.
Para o jurista as pessoas precisam de conhecer quais são os seus direitos, apesar do nível de alfabetização em Angola, não ser muito elevado, o que acaba por ter influências neste sentido.

“As pessoas do ponto de vista só da educação não têm grandes avanços, porque a educação jurídica é como se fosse uma vertente, e portanto, elas ficam impossibilitadas de desenvolverem a sua educação neste aspecto da vida”, frisou.

Dilson Barros explicou que a educação jurídica se afirma como um conjunto de conhecimentos jurídicos que as pessoas não entendem, mas o simples é conhecerem os seus direitos, deveres, e o ordenamento jurídico existente numa perspectiva superficial.

“Não do ponto de vista técnico, mas saber que eu tenho este direito, àquele direito, portanto, as pessoas têm além de direitos, obrigações, ou deveres, isto é que se resume em educação jurídica”, disse.