| Vila Real de Santo António: Assinado protocolo entre câmara e ACRAL | |||||||
O protocolo de parceria entre a Câmara Municipal de Vila Real de Santo António e a Associação de Comércio e Serviços da Região do Algarve (ACRAL), para apoio à internacionalização do comércio local com os países de Cuba e Cabo Verde, foi assinado esta sexta feira. A cerimónia contou com as presenças do presidente da autarquia, Luís Gomes, do presidente da associação, João Rosado, e do responsável pela delegação local da ACRAL, Joaquim António Guedes. A ACRAL, no seguimento da política de expansão, aproximação e geminação da autarquia com Cuba e Cabo Verde, pretende alargar estas parcerias à área do comércio e serviços, desenvolvendo atividades que promovam a troca de experiências entre comerciantes de ambas as regiões, apoio técnico com recursos a profissionais que desenvolvam sessões de esclarecimento junto dos comerciantes cubanos e cabo-verdianos, entre outras iniciativas. “É assim intenção, através deste protocolo agora assinado, estabelecer as bases de colaboração para o desenvolvimento do comércio e serviços das regiões, promover o desenvolvimento conjunto de projetos que fomentem uma colaboração mais próxima entre todas as entidades envolvidas, melhorando as sinergias, maximizando a obtenção de recursos de diversas índoles, proporcionando um ambiente de compreensão mútua e promovendo o desenvolvimento conjunto de projectos que fomentem uma colaboração mais próxima entre todas as entidades envolvidas”, refere a autarquia, em comunicado. Para o presidente da ACRAL, “esta é uma oportunidade de mostrar o Algarve como potência turística, assim como toda a experiência adquirida ao longo dos anos”. “Agora, comerciantes e empresários podem, mais facilmente abrir novas fronteiras e horizontes, numa relação que vai, certamente, ser benéfica para ambas as partes”, acrescenta João Rosado. O presidente da autarquia vila-realense, Luís Gomes, considera que “é cada vez mais importante valorizar o comércio local e impedir a abertura de grandes superfícies, que fazem morrer as cidades”. “Criar dinâmica na área comercial, aumentar a atractividade das cidades e promover novos postos de trabalho tem sido uma aposta bem clara deste executivo. Com este protocolo damos a possibilidade às empresas de explorarem novos mercados, realizarem novos investimentos e mostrar os nossos elementos diferenciadores como uma mais-valia”, conclui o autarca. | |||||||