OMA deve ser agente activa na educação ambiental
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| Elas, devem ser lideres na defesa do meio ambiente | |
Luena – A Organização da Mulher Angolana (OMA) foi recomendada esta terça-feira, no Luena, a ser agente activa na educação ambiental, promovendo actividades de sensibilização nas comunidades sobre a necessidade da protecção ambiental e saneamento básico.
A recomendação foi feita durante uma palestra subordinada ao tema “Mulher e o Ambiente”, enquadrada nas comemorações do Dia da Mulher Africana, assinalado a 31 de Julho.
Segundo Joaquina Brás, membro do comité provincial da OMA de Luanda, prelectora do evento, sublinhou que a educação ambiental é um processo instrutivo e permanente que visa preparar os cidadãos para compreenderem os problemas ambientais, proporcionando-lhes conhecimentos e técnicas científicas, com vista a evitar doenças.
Segundo a prelectora, a preocupação com o meio ambiente deve “mexer” com todos, pois o objectivo é ter uma vida melhor no planeta Terra, daí que cada cidadão deve ser responsável nas acções de educação ambiental na comunidade onde vive.
Além da sensibilização, disse que a OMA e outras organizações de massas devem incutir na população a cultura de plantar árvores nos seus quintais e promover campanhas de limpeza dos resíduos sólidos nas comunidades.
“De preferência plantar árvores que dão frutas, porque, além de proporcionar sombra ao redor do quintal, aproveita-se a alimentação”, notou a palestrante.
Joaquina Brás destacou igualmente os feitos do primeiro presidente de Angola, António Agostinho Neto, pelo facto de 1976, um ano após a independência, criar a extinta Secretaria de Estado para o Ambiente, gesto que mostrou a sua preocupação com a preservação do meio ambiente.
A palestra foi assistida pela ministra do Ambiente, Maria de Fátima Jardim, acompanhada pelo governador provincial, João Ernesto dos Santos “Liberdade”, e membros do Executivo local, funcionários do ministério que dirige e distintos convidados.
