Relações com Portugal são excelentes
Fotografia: M. Machangongo
O ministro angolano das Relações Exteriores, Georges Chikoti, afirmou quinta-feira, em Luanda, que as relações políticas e económicas entre Angola e Portugal “são excelentes” e tendem a melhorar ainda mais.
Georges Chikoti falava num encontro de consultas políticas entre delegações dos dois países, no âmbito do Memorando de Entendimento rubricado em Fevereiro de 2008. A reunião decorreu na véspera da XVI Reunião Ministerial da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP).
“O clima das relações existentes entre Angola e Portugal é excelente, consubstanciadas por um passado muito rico e de laços culturais de longa data”, sublinhou Georges Chikoti, para quem esses laços facilitam as novas oportunidades de cooperação bilateral. Na óptica do chefe da diplomacia angolana, os dois países, além de terem um passado comum, têm todas as bases garantidas para que o seu futuro seja mutuamente vantajoso.
Actualmente, disse, a cooperação bilateral assenta em diversos dossiers, dos quais se destacam o Programa Indicativo de Cooperação (PIC) e as relações financeiras comerciais e empresariais.
Memorando de entendimento
Georges Chikoti falava num encontro de consultas políticas entre delegações dos dois países, no âmbito do Memorando de Entendimento rubricado em Fevereiro de 2008. A reunião decorreu na véspera da XVI Reunião Ministerial da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP).
“O clima das relações existentes entre Angola e Portugal é excelente, consubstanciadas por um passado muito rico e de laços culturais de longa data”, sublinhou Georges Chikoti, para quem esses laços facilitam as novas oportunidades de cooperação bilateral. Na óptica do chefe da diplomacia angolana, os dois países, além de terem um passado comum, têm todas as bases garantidas para que o seu futuro seja mutuamente vantajoso.
Actualmente, disse, a cooperação bilateral assenta em diversos dossiers, dos quais se destacam o Programa Indicativo de Cooperação (PIC) e as relações financeiras comerciais e empresariais.
Memorando de entendimento
Na área da Educação, Georges Chikoti citou o Memorando de Entendimento relativo ao Programa de Apoio ao Reforço do Ensino Secundário, no âmbito do PIC 2007-2010. O referido programa, lembrou, visa a colocação de professores portugueses para a formação de formadores e para as instituições do ensino secundário angolano.
No sector da Saúde, acrescentou, foi recentemente assinada a adenda ao contrato-programa para a criação de um centro de investigação, na cidade de Caxito, província do Bengo. Segundo o ministro das Relações Exteriores, Angola e Portugal têm, a nível multilateral, tomado posições comuns em relação a determinados assuntos ou dossiers de actualidade internacional, não só no quadro da CPLP, mas também das Nações Unidas.
A intensidade das relações entre os dois países justifica-se pelo facto de Angola ser hoje um dos maiores destinos das exportações e dos investimentos de Portugal. Georges Chikoti defendeu que reuniões do género devem acontecer mais vezes, para que possam ser analisadas todas as questões pendentes que preocupam os dois governos e povos. O governante qualifica a vinda a Angola do ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Paulo Portas, não só como um sinal da importância das relações entre os dois países, mas também a expressão da vontade do seu governo de reforçá-las.
Georges Chikoti exprimiu a total abertura e disponibilidade do Executivo angolano de partilhar ideias e encontrar vias e soluções para os problemas que os cidadãos dos dois países enfrentam.
Determinação de Paulo Portas
Por sua vez, o chefe da diplomacia portuguesa reafirmou o seu “empenho, vontade e determinação” para que, no quadro das relações externas de Portugal, o relacionamento com Angola seja “verdadeiramente especial”.
Paulo Portas disse que, apesar de ter sido constituído um novo governo em Portugal, a política externa não muda, porque é uma matéria de consenso entre as principais forças políticas.
“A prioridade para um relacionamento excelente e mutuamente vantajoso com Angola não é uma prioridade de um governo ou outro, é uma prioridade do Estado português, inteiramente compreendida pela sociedade portuguesa. Sempre assim foi e sempre assim será”, assegurou.
Paulo Portas chamou a atenção para a “extraordinária relação económica” existente entre os dois países. “Angola é procurada por muitas empresas, quadros e trabalhadores portugueses, do mesmo modo que Portugal é procurado por muitos investidores angolanos. Vemos essa relação como de alguém que dá e recebe”, considerou.
No sector da Saúde, acrescentou, foi recentemente assinada a adenda ao contrato-programa para a criação de um centro de investigação, na cidade de Caxito, província do Bengo. Segundo o ministro das Relações Exteriores, Angola e Portugal têm, a nível multilateral, tomado posições comuns em relação a determinados assuntos ou dossiers de actualidade internacional, não só no quadro da CPLP, mas também das Nações Unidas.
A intensidade das relações entre os dois países justifica-se pelo facto de Angola ser hoje um dos maiores destinos das exportações e dos investimentos de Portugal. Georges Chikoti defendeu que reuniões do género devem acontecer mais vezes, para que possam ser analisadas todas as questões pendentes que preocupam os dois governos e povos. O governante qualifica a vinda a Angola do ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Paulo Portas, não só como um sinal da importância das relações entre os dois países, mas também a expressão da vontade do seu governo de reforçá-las.
Georges Chikoti exprimiu a total abertura e disponibilidade do Executivo angolano de partilhar ideias e encontrar vias e soluções para os problemas que os cidadãos dos dois países enfrentam.
Determinação de Paulo Portas
Por sua vez, o chefe da diplomacia portuguesa reafirmou o seu “empenho, vontade e determinação” para que, no quadro das relações externas de Portugal, o relacionamento com Angola seja “verdadeiramente especial”.
Paulo Portas disse que, apesar de ter sido constituído um novo governo em Portugal, a política externa não muda, porque é uma matéria de consenso entre as principais forças políticas.
“A prioridade para um relacionamento excelente e mutuamente vantajoso com Angola não é uma prioridade de um governo ou outro, é uma prioridade do Estado português, inteiramente compreendida pela sociedade portuguesa. Sempre assim foi e sempre assim será”, assegurou.
Paulo Portas chamou a atenção para a “extraordinária relação económica” existente entre os dois países. “Angola é procurada por muitas empresas, quadros e trabalhadores portugueses, do mesmo modo que Portugal é procurado por muitos investidores angolanos. Vemos essa relação como de alguém que dá e recebe”, considerou.
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