Ambiente de negócios "é acolhedor para empresas brasileiras"
Maputo 19 jul (Lusa) - A aposta das empresas brasileiras em Moçambique mostra que o ambiente de negócios no país está cada vez mais acolhedor, disse à Lusa o presidente da Câmara de Comércio Moçambique-Brasil, Rogério Samo Gudo.Segundo Rogério, nos últimos anos as emprbrasileiras investiram mais de três mil milhões de dólares (cerca de 2,1 mil milhões de euros), nas áreas de minas, infraestruturas, serviços e agricultura.
O investimento de maior vulto é o do gigante mineiro Vale, que detém a maior concessão de carvão de Moçambique em Moatize, província de Tete, centro, um projeto mineiro avaliado em cerca de 1,2 mil milhões de euros.
Alem da Vale, o presidente da Câmara e Comércio Moçambique -- Brasil, destacou a presença das construtoras Camargo Corrêa, Odebrecht e Zagope, em importantes obras em Moçambique.
"As grandes empresas brasileiras de engenharia, como a Camargo Corrêa e Odebrecht estão em grandes projetos moçambicanos, entre eles, a Barragem de Moamba -- Major, a estrada para Cabo Delgado, uma linha férrea de cerca de 900 quilómetros, entre Tete e Nacala, a expansão do Porto da Beira e expansão do Porto de Nacala, barragem hidroelétrica de Mpanda Nkua", referiu Rogério Samo Gudo.
Na quinta-feira chega a Maputo uma importante delegação de empresários brasileiros, organizada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), com 30 empresários de vários setores de atividade.
O presidente da Câmara do Comércio Moçambique -- Brasil apontou as afinidades culturais e linguísticas entre os dois países como um dos fatores que podem facilitar a inserção das empresas brasileiras no mercado moçambicano.
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