Luanda- A secretaria-geral da Organização da Mulher Angolana (OMA), Luzia Inglês, manifestou hoje, em Luanda, a disponibilidade da instituição em contribuir no esforço colectivo de redução de mortes materno-infantis.
Falando na abertura de uma conferência sobre os desafios da municipalidade dos serviços de saúde, disse estarem também dispostas a contribuir para a redução do número de casos de novas infecções de VIH.
Luzia Inglês deu a conhecer que a OMA está preocupada com a mortalidade materno-infantil e o VIH-SIDA em Angola, pelo que tem incentivado as comunidades a terem melhor educação.
Manifestou disponibilidade na participação e criação dos comité de mortes-martenas e neonatais, a nível do país.
Realçou que as acções de redução da mortalidade materno-infantil e o VIH-SIDA em Angola podem vir a ter impacto significativo na diminuição das taxas de infecção. Por isso, julga ser necessário que alcancem as comunidades, com acções conjugadas.
Apelou à união de sinergias e promoção de uma resposta social activa e eficiente, através do reforço da capacidade da comunidade.
Esse trabalho, disse, deve envolver as organização de base comunitária, ONG, associações de jovens, imprensa e organizações religiosas.
Participaram do evento, alusivo ao 31 de Julho (Dia da Mulher Africana), representantes da Organização da Mulher Angolana “OMA”, Organização Panafricana da Mulher para África Austral, membros do corpo diplomático, do executivo e de igrejas.