Prova escrita não deve constituir o único instrumento de avaliação
Fotografia: Jornal de Angola
Os docentes de qualquer nível de ensino não podem adequar a prova escrita como único instrumento de avaliação, sob pena de oprimir o próprio estudante na fase dos exames, afirmou sábado em Luanda o pedagogo Ngangula de Sousa.
Em declarações ao Jornal de Angola, à margem do congresso internacional de educação, que decorreu nas instalações da Feira Internacional de Luanda (FIL), Ngangula de Sousa esclareceu que a prova escrita é apenas um entre vários instrumentos de avaliação existentes para se aferir as aptidões do estudante.
“Ao longo dos tempos, a prova escrita recebeu a característica de uma sentença”, disse Ngangula de Sousa, defendendo que esta deve fazer parte de um processo de avaliação contínuo.
“Por exemplo, um mau estudante pode tirar uma nota alta com a ajuda de uma cábula e um bom estudante tirar negativa caso não esteja em boas condições psicológicas. Portanto, a prova não pode ter a função de sentença”, sublinhou o pedagogo.
Ngangula de Sousa é de opinião que não existe melhor instrumento de avaliação e que é competência do docente procurar aquele que melhor se adequa à realidade do método de ensino.
O pedagogo apontou a participação nas aulas, trabalho em grupo, apresentação de um trabalho e a prova oral como instrumentos de avaliação a ter em consideração.
Ngangula de Sousa realçou também que deve prevalecer uma boa relação entre docentes e estudantes em benefício de ambos.
Em declarações ao Jornal de Angola, à margem do congresso internacional de educação, que decorreu nas instalações da Feira Internacional de Luanda (FIL), Ngangula de Sousa esclareceu que a prova escrita é apenas um entre vários instrumentos de avaliação existentes para se aferir as aptidões do estudante.
“Ao longo dos tempos, a prova escrita recebeu a característica de uma sentença”, disse Ngangula de Sousa, defendendo que esta deve fazer parte de um processo de avaliação contínuo.
“Por exemplo, um mau estudante pode tirar uma nota alta com a ajuda de uma cábula e um bom estudante tirar negativa caso não esteja em boas condições psicológicas. Portanto, a prova não pode ter a função de sentença”, sublinhou o pedagogo.
Ngangula de Sousa é de opinião que não existe melhor instrumento de avaliação e que é competência do docente procurar aquele que melhor se adequa à realidade do método de ensino.
O pedagogo apontou a participação nas aulas, trabalho em grupo, apresentação de um trabalho e a prova oral como instrumentos de avaliação a ter em consideração.
Ngangula de Sousa realçou também que deve prevalecer uma boa relação entre docentes e estudantes em benefício de ambos.
“Precisamos de trabalhar nas competências dos nossos estudantes, porque são eles os continuadores da sociedade e os professores precisam de construir novas teorias que vão desencadear boas práticas”, alertou.
Linha teórica
O pedagogo revelou a existência de instituições escolares que não dispõem de uma linha teórica e de docentes desprovidos de uma linha pedagógica aceitável.
Também criticou a atitude autoritária de alguns docentes que acabam por inibir a capacidade intelectual do estudante, privando-o do dom da aprendizagem.
Ngangula de Sousa sugeriu que o director escolar ou o decano devem ser os grandes mestros da comunidade educacional. Devem indicar caminhos, estimular, articular talentos, fornecer recursos materiais e tecnológicos necessários para uma educação inovadora e de qualidade. “Mudar o modelo educacional não é tarefa fácil, mas, com o contributo de todos, é possível”, notou. O congresso internacional de educação decorreu sob o tema “Educação no século XXI – novos paradigmas” e foi organizado pela Associação Nacional do Ensino Particular.
O encontro teve como principais objectivos reflectir sobre os novos paradigmas na educação a nível de Angola, das Américas e Europa e elevar o nível de gestão dos quadros administrativos.
Linha teórica
O pedagogo revelou a existência de instituições escolares que não dispõem de uma linha teórica e de docentes desprovidos de uma linha pedagógica aceitável.
Também criticou a atitude autoritária de alguns docentes que acabam por inibir a capacidade intelectual do estudante, privando-o do dom da aprendizagem.
Ngangula de Sousa sugeriu que o director escolar ou o decano devem ser os grandes mestros da comunidade educacional. Devem indicar caminhos, estimular, articular talentos, fornecer recursos materiais e tecnológicos necessários para uma educação inovadora e de qualidade. “Mudar o modelo educacional não é tarefa fácil, mas, com o contributo de todos, é possível”, notou. O congresso internacional de educação decorreu sob o tema “Educação no século XXI – novos paradigmas” e foi organizado pela Associação Nacional do Ensino Particular.
O encontro teve como principais objectivos reflectir sobre os novos paradigmas na educação a nível de Angola, das Américas e Europa e elevar o nível de gestão dos quadros administrativos.
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