Financiamento de rede retalhista vai facilitar escoamento da produção agrícola
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| Vice-ministro do Comércio, Archer Mangueira | |
Luanda - Uma linha de crédito equivalente em kwanzas a USD 40 milhões de dólares norte-americanos, destinada à implantação, este ano, de uma rede de retalhista de comércio rural, contribuirá para o escoamento da produção agrícola, garantiu hoje (terça-feira), em Luanda, o vice-ministro do Comércio, Archer Mangueira.
O responsável fez este pronunciamento no acto de assinatura do acordo de financiamento de no máximo cinco milhões de dólares, entre o Banco de Desenvolvimento de Angola (BDA), enquanto gestor, e o BAI Micro Finanças (BMF), na qualidade de operador, com vista a operacionalização do Programa de Promoção do Comércio Rural (Ppcr).
Segundo o vice-ministro do Comércio, o acordo visa conceder créditos a agentes económicos dedicados à actividade comercial no meio rural, das províncias do Huambo e de Benguela, numa primeira fase.
Além da resolução da problemática do escoamento da produção do campo, acrescentou, o acordo se destina igualmente a financiar a reabilitação, construção e apetrecho de infra-estruturas comerciais.
“Estamos perante uma facilidade financeira que surge para completar outras acções do género, com vista a dar uma nova dinâmica ao desenvolvimento das outras localidades do país e garantir a sustentabilidade no fornecimento de produtos alimentares necessitados pelas grandes zonas de consumo”, precisou.
Arher Mangueira realçou também que, após a operacionalização de redes retalhistas nas demais províncias angolanas, o Ppcr permitirá o estabelecimento no país de uma rede comercial.
A semelhança de hoje, o presidente do conselho de administração do BDA, Paixão Franco, assinou um acordo do género segunda-feira, em Luanda, com o PCA do BPC, Paixão Júnior, para o financiamento de projectos de investimentos a médio e curto prazo, em zonas rurais de todo o país.
No quadro do Ppcr o BDA assinara acordos idênticos com os bancos BCI e Sol, que a par do BMF e do BPC concederão os recursos aos beneficiários finais, entre entidades grossistas e retalhistas que asseguram o fundo de mercado para o comércio rural.

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